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domingo, 23 de setembro de 2018

O Amor é acolhedor

Vou começar a escrever sobre Amor, aquele Amor genuíno. Aquele amor em que você faz o bem para uma pessoa e ver a felicidade alheia lhe faz bem.



O amor não é posse. O amor é acolhedor. Isso significa que você acolhe o outro sem criticar, sem julgar, sem apontar falhas, sem pré-conceitos... O amor é incondicional.

As imperfeições existem (de ambas as partes). Uma amiga falava comigo sobre maturidade emocional. Concordamos que é admiração que nos faz ter vontade de permanecer ao lado de alguém. Amor se alimenta disso. E amor cura. Quando duas pessoas se encontram e se conectam, elas permitem revelar as suas doçuras, as suas alegrias, algumas loucuras, seus medos, segredos e dores.

O grande equívoco de uma relação: anular-se em prol do outro. Sufocar seus desejos, vontades, gostos dentro de um baú e esquecer a sua verdadeira essência. Amor não é anulação. Amor não sufoca. Acima de tudo, ele respeita. O Amor é paciente e libertador.

Já passei sim por situações difíceis e dolorosas, não por alguém, mas por algo maior. Um alguém despertou a bondade que existia em mim e estava adormecida, chegava a ser palpável. Fui uma parte boa, honesta e verdadeira, e o que tivemos foi real, sem mentiras. Doei forças, carinho, respeitei, acreditei... e nunca fui embora. Por quê? Porque me tornei inteira para receber o outro. Para estar inteiro é preciso ressignificar de aparente culpa e fracasso, manter o aprendizado, limpando a morada do coração.

Eu sou amor. Já me disseram que tenho uma Luz, e um Amor tão grande dentro de mim, que poucos reconhecem, e raros permitem receber esta energia. Quando ninguém acreditou, eu acreditei. E permanecerei.




Nada é por acaso. O Universo devolve tudo. Tudo é Amor e Energia. 





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