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domingo, 24 de outubro de 2010

Guerreiro da Luz

Bueno...

Domingo chegando ao final e Segunda-feira chegando...
Quero desejar uma excelente semana a todos, com muita paz, muita energia positiva!


"Todo guerreiro da luz
já ficou com medo de entrar em combate.             
Todo Guerreiro da Luz
já traiu e mentiu no passado.
Todo Guerreiro da Luz um dia
já perdeu a fé no futuro.
Todo Guerreiro da Luz
já trilhou um caminho que não era dele.
Todo Guerreiro da Luz
já sofreu por bobagens.
Todo Guerreiro da Luz
já falhou em suas obrigações espirituais.
Todo Guerreiro da Luz
já disse sim quando queria dizer não.
Todo Guerreiro da Luz
já feriu alguém que amava.
Todo Guerreiro da Luz
já achou que não era Guerreiro da Luz.
Por isso é um Guerreiro da Luz; porque passou por estes desafios e não perdeu a esperança de ser melhor."

                                                         (O Manual do Guerreiro da Luz - Paulo Coelho)


Luz & Paz!!!





sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Melancolia...

Esta semana fomos surpreendidos com o falecimento repentino de uma pessoa próxima... ficamos chocados e muito tristes; Ontem também fez 2 anos que meu querido Avô faleceu; Então posso dizer à vocês que esta semana foi triste, deprimente, melancólica...Devido aos últimos fatos não estou muito 'inspirada' para escrever hoje. Deixarei o texto que segue abaixo, que por sinal, gosto muito.  








"A Morte Devagar

Morre lentamente quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru e seu parceiro diário. Muitos não podem comprar um livro ou uma entrada de cinema, mas muitos podem, e ainda assim alienam-se diante de um tubo de imagens que traz informação e entretenimento, mas que não deveria, mesmo com apenas 14 polegadas, ocupar tanto espaço em uma vida.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o preto no branco e os pingos nos is a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja quem não lê quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo.
Morre lentamente quem destrói seu amor-próprio. Pode ser depressão, que é doença séria e requer ajuda profissional. Então fenece a cada dia quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem não trabalha e quem não estuda, e na maioria das vezes isso não é opção e, sim, destino: então um governo omisso pode matar lentamente uma boa parcela da população.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Morre muita gente lentamente, e esta é a morte mais ingrata e traiçoeira, pois quando ela se aproxima de verdade, aí já estamos muito destreinados para percorrer o pouco tempo restante. Que amanhã, portanto, demore muito para ser o nosso dia. Já que não podemos evitar um final repentino, que ao menos evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar."
Martha Medeiros


Luz & Paz!!!


Abraços.

sábado, 16 de outubro de 2010

Ser diferente é ser normal!

Sou portadora de uma patologia chamada "Epilepsia", que foi diagnosticada aos 7 anos de idade.
Lembro que, quando comecei a ter as primeiras crises - que foram caracterizadas pelo meu Neurologista de 'crises de ausência' - algumas pessoas achavam que eu queria chamar a atenção de minha mãe, mas o coração de mãe sempre fala mais alto não é mesmo?!... E foi aí que minha mãe decidiu que deveria levar-me ao médico.                                                         
Pois bem... após passar por consulta, exames, eletroencefalograma e diagnóstico, começamos o tratamento com medicação anti-convulsivante.
Quando completei 11 anos de idade, meu Neurologista da época decidiu ir reduzindo a medicação aos poucos, com o objetivo de tirá-la de vez; Pois desde o início do tratamento não apresentava mais as 'crises de ausência', embora existissem evidências ainda nos EEG's realizados (era feito um eletroencefalograma por ano). Quase 1 ano sem medicação veio a surpresa... uma nova crise, ainda mais forte, evoluindo para 'convulsão'.
Após este período, nunca mais parei o tratamento; Há 17 anos faço uso de medicamento e uma vez ao ano faço EEG (tenho uma coleção já!).     
A infância com 'epilepsia' não foi tão ruim, mas em compensação a adolescência... Em todas as festas que frequentava alguém vinha me oferecer bebida alcoólica (de cerveja à uísque) e eu sempre respondia "não, obrigada. Eu não bebo." Quando eu respondia isso sempre me questionavam o 'por quê'... Confesso que não era nada agradavél explicar.
A minha melhor amiga um dia me disse que não sabia como eu conseguia fazer festa sem beber... Respondi que a minha diversão era ver o 'porre' alheio, os 'fiascos' (e muitas vezes, quem socorria os 'bebuns' era eu, já que era a única sã das baladinhas).Uma vez um amigo meu, que não tinha conhecimento de minha patologia, me disse "Pára Taísa, você era a que mais estava de porre ontem!" , isso porque eu sempre fui alto-astral, festeira, alegre e hiper-divertida.
Nunca senti falta de bebida, nunca precisei disso para fazer uma festa; Até hoje não sei o gosto de uma mísera cerveja (só através do beijo de meu marido que sinto o sabor de cerveja e caipirosa). A epilepsia proporcionou-me o 'não beber' e não perder nada, absolutamente nada com isso; Na verdade só ganhei: vi muitas pessoas passando mal em virtude do imenso porre que tomavam, vi muitas mulheres ficarem extremamente vulgares após um mísero gole de bebida alcoólica (como se a bebida revelasse a 'verdadeira mulher' que existia dentro de cada uma). Mas cada um cada um, não é mesmo?
A parte mais triste da epilepsia foi (e é) o preconceito; Algumas pessoas já falaram que tenho uma 'maldição de possuir uma doença incurável', outras chegam a dizer que 'não entendo como ela é doente e ainda trabalha na área da saúde'... É, a falta de informação de algumas pessoas chega a doer, pura ignorância.

E aí eu fico me perguntando: "Que diabos significa ser normal?" Mesmo tendo saúde, sendo inteligente (desculpem-me mas sempre tirei notas boas na escola), tendo educação, bondade no coração, tendo qualidades e defeitos, tendo acertado e errado algumas vezes, mesmo assim - só pelo fato de ter uma patologia - não sou considerada 'normal'? Pura falta de cultura e preconceito, concordam?

Mesmo não sendo 'normal' (dentro dos conceitos da sociedade), prefiro ser assim... Diferente! Ser diferente, é ser insubstituível, me torna única... A epilepsia me fez ver que não tenho limitações, mas sim que tenho novos horizontes a percorrer em minha jornada...

Um abraço e  bom domingo para todos!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Qual brinquedo marcou sua infância?

Dia das crianças... presentes!

Ainda não tenho filhos, mas sempre em datas como esta tento ajudar meu marido a escolher um presente para o filho dele, assim vou treinando para quando tiver o nosso.

Mas os brinquedos atuais são extremamente diferentes dos que habitavam minha infância.
Lembro que tive bonecas, bambolê, jogos, uma caixa registradora que ganhei de minha madrinha, o 'Dengue' (personagem da Xuxa que transformou-se em brinquedo)... até Fofão eu tive!
Alguns brinquedos ficaram somente na minha vontade de criança...Várias e várias vezes pedi ao meu pai (e pretendo falar dele muito pouco neste blog pois não temos contato algum) uma Barbie e o Baby da Família Dinossauros... ambos ficaram apenas na promessa! E confesso: isso me deixou decepcionada, frustrada... Pois  todas as crianças com quem eu brincava tinham uma Barbie, então eu sempre ficava de fora desta brincadeira.
Estes dias eu disse para meu marido que, se tivermos uma menininha, o primeiro brinquedo que darei será uma Barbie e ele me disse: " Será para você ou para ela?" (risos), respondi de imediato: " Vou comprar uma para ela e uma pra mim!"

Mas se eu parar para pensar hoje, o brinquedo que mais marcou minha infância foi um banquinho de madeira feito pelo meu Avô Almiro (já falecido); Quando eu tinha 1 aninho de idade ele fez o banquinho e minha Avó conta que eu sentava do lado dele no tal banquinho para tomar chimarrão... O banquinho existe até hoje, e após o falecimento de meu Avô pedi para minha Avó se poderia buscá-lo, ainda tenho que ir até lá pegar meu banquinho.

Na minha infância era tudo mais simples, aproveitei muito bem meu período de criança; Brinquei muito de boneca, de casinha, de pega-pega, de esconde-esconde, de pular corda... No mundo de altas tecnoligias de hoje as crianças não têm essa inocência que predominava à anos atrás, tudo mundou... Os brinquedos mudaram e as brincadeiras resumem-se em jogos eletrônicos.

Mas e você, qual brinquedo marcou sua infância?

Como amanhã estarei de plantão, deixo aqui em Feliz Dia das Crianças para todas as 'pessoinhas' existentes no mundo!



"A melhor maneira de tornar as crianças boas, é torná-las felizes."
                                                                             (Oscar Wilde)

Um forte abraço!!!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Ser Como O Rio Que Flui...

Há tempos queria criar um blog mas não fazia idéia por onde deveria começar; Pedi um help ao meu marido (que trabalha no ramo da Informática) e ele me deu algumas dicas; Mas na hora 'H' empacava no nome do blog... 
Então fui usar as minhas inspirações... Escutei algumas músicas da Madonna (minha Diva) e as idéias começaram a surgir, porém os nomes já existiam.
Sou amante da leitura... tenho em minha casa uma 'penca' de livros do Paulo Coelho e senti, como se fosse click em minha mente, algo me falando "Vá para os livros!".
Mera coincidência (ou não) tocava Like a Prayer e o primeiro livro que peguei foi "Ser Como O Rio Que Flui"... Após verificar se o domínio estava disponível - e para minha sorte estava - decidi: "É esse o nome!!"
Meu marido me questionou sobre o que eu estava pensando em expor no blog; Na verdade tenho plena certeza do que não quero: nada de futilidades!
Quero trazer momentos, pensamentos, idéias sobre alguns assuntos, mensagens... Então afirmo que o nome do livro veio certeiro para expor exatamente o que eu queria: o rio flui rumo a direções desconhecidas, o rio leva tristezas, renova as margens da Vida!

Para quem não leu o livro ainda fica aqui minha dica: o livro é uma coletânea de diversos textos já publicados pelo Mago em jornais do mundo todo, vale a pena ler!



"Ser como o rio que deflui
Silencioso no meio da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas no céu, refleti-las.

E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água;
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas"
                                       ( Manuel Bandeira)




Um abraço e até a próxima!!!