Passaram-se 15 anos desde que vi Titanic pela primeira vez no cinema, mas a sensação que tive foi a mesma. 15 anos depois eu me emocionei, eu senti, eu vivi Titanic!
Brinquei antes de iniciar a sessão que desta vez ou eles poderiam avistar o iceberg e desviar a tempo, ou o Jack poderia sair vivo... Sim, criei uma doce ilusão para não precisar passar novamente pela situação de sair da sala de cinema com o rosto inchado de tanto chorar. Não funcionou! Naufraguei em minhas lágrimas...
Titanic me tocou não somente pela história de amor entre Rose e Jack; Mas principalmente pela sua trajédia. Pela trajédia desenhada pela mão do homem... Construir um navio gigante (em tamanho e luxuosidade), para expressar força e masculinidade, e criar um slogam de que "nem Deus poderia afundar este navio", me transmite a idéia de uma sociedade muito egocêntrica.
Ainda não consigo entender como pôde somente um bote salva-vidas voltar para tentar resgatar uma alma viva do Atlântico Norte.
É aquilo, em festa todos juntos. Em trajédia, cada um por si!
Sim, percebi diferenças bem notáveis na versão remasterizada em 3D. Me senti viva dentro do filme, me senti parte dele. Não me canso de dizer que Titanic é o filme de minha vida, é ele quem toca no meu coração, na minha alma... É ele que me faz recordar da época em que colecionava posters do DiCaprio, é ele que me faz recordar de minha adolescência e de todo o romântismo desta época.
"A vida é um presente, não vou desperdiça-lá. Fazer todo dia valer a pena" (Jack Dawnson)
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